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Tendências do turismo 2022 captadas pelo Airbnb

As viagens em família são o segmento de crescimento mais rápido do Airbnb para estadias reservadas durante o primeiro trimestre de 2022

Pixabay

A plataforma de hospedagem Airbnb destacou as principais tendências de viagens de 2022, com base em uma pesquisa com seus hóspedes ativos nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Brasil, México, Japão e Coreia do Sul – mais de nove, em cada dez clientes, dos quais estão pensando em viajar durante a temporada de féria de meio de ano.

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Segundo o Airbnb, viajar sozinho não é prioridade para seus hóspedes, com a maioria dos entrevistados esperando viajar na companhia de familiares e se conectar com novas experiências nesta temporada.

As viagens em família são o segmento de crescimento mais rápido do Airbnb para estadias reservadas durante o primeiro trimestre de 2022 (em comparação com o mesmo trimestre de 2019).

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A plataforma também descobriu que as viagens domésticas permanecerão fortes nesta temporada de férias, representando mais da metade de todas as noites reservadas no primeiro trimestre de 2022 para viagens de meio de ano – isso apesar de as viagens internacionais terem recuperado para os níveis pré-pandemia e continuarem a aumentar.

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Em termos de idade, os adultos de 60 a 90 anos são a faixa etária que cresce mais rapidamente no Airbnb, ao comparar as noites reservadas no primeiro trimestre de 2022 para as férias de meio de ano, com o mesmo período de reservas de 2019. Quando perguntados o motivo das viagens, a maioria dos hóspedes respondeu que estava em busca de aventura.

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Aventura e novas experiências estão no topo da agenda dos hóspedes

Na agenda dos clientes do Airbnb estão viagens para casas exclusivas – no primeiro trimestre de 2022, as noites reservadas para esse tipo de aluguel aumentaram 120% em relação a 2019.

A plataforma diz ter experimentado um aumento no interesse por acomodações diferenciadas, como “casas minúsculas” (aumento de 173%), celeiros (aumento de 160%), cúpulas (aumento de 134%) e casas na árvore (aumento de 116%). A empresa espera que os países que terão mais estadias em casas na árvore, neste verão no Hemisfério Norte, sejam os Estados Unidos, França, Canadá, Reino Unido e Costa Rica.

A pesquisa do Airbnb também mostrou um aumento nas estadias no interior, em vez de uma demanda absoluta por destinos de praia – houve um aumento de 40% nas reservas para anúncios no interior, situados a mais de 100 km da costa, em comparação a 2019.

O levantamento da plataforma revelou ainda, que, das pessoas pesquisadas, mais de nove em cada dez disseram que eram flexíveis sobre suas datas de viagem (pelo menos ocasionalmente). Este é um desenvolvimento pós-pandemia interessante e sugere que os clientes do Airbnb estão mais acostumados a uma abordagem mais flexível.

Os últimos pontos de dados ilustram o nível em que os hóspedes estão descobrindo novos lugares para viajar por causa do Airbnb. Isso também se reflete no fato de que, desde março de 2020, globalmente, mais de 8.100 cidades e vilas receberam suas primeiras reservas. E os hóspedes já planejaram estadias em mais de 72.000 cidades e vilas nas férias atuais.

Mitigar os preços altos e a crise com hospedagem

À medida que as forças externas aumentaram a inflação em todo o mundo, a renda obtida por meio de hospedagem tornou-se uma parte essencial para driblar a crise. Em resposta a uma pergunta sobre por que eles os anfitriões cedem seu espaço no Airbnb:

Aproximadamente 35% dos anfitriões em todo o mundo disseram que uma das razões pelas quais hospedam é ganhar dinheiro para ajudar a cobrir o aumento do custo de vida;

Quase 40% responderam que hospedam para ganhar dinheiro para fazer face às despesas;

Mais de 40% disseram que hospedam para ganhar dinheiro extra para gastar.

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o Índice de Preços dos Alimentos aumentou de forma constante no ano passado, atingindo um recorde histórico em março de 2022. No contexto de preços mais altos para bens de uso diário, quase metade (46%) dos anfitriões Airbnb em todo o mundo disseram que usam a renda obtida com a hospedagem para comprar alimentos e outras necessidades que tornaram-se mais caras.

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