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Lipoaspiração sem medo, conhecimento e informação na hora de procurar o procedimento cirúrgico

Augusto Almeida e Thiago Delgado, referências nesta área em Juiz de Fora (MG), tiram dúvidas de quem pretende realizar esta cirurgia.

Foto Reprodução Thiago Delgado

Cirurgia muito procurada para remover a gordura de alguma parte do corpo, a lipoaspiração esteve na berlinda no mês de abril, mais precisamente em Minas Gerais. Foi no Estado, que dois casos diferentes de complicações cirúrgicas depois dos procedimentos, resultaram no óbito das pacientes. 

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O primeiro aconteceu em dezembro de 2021. O mais recente foi no início de abril, Júlia Moraes Ferro, de 29 anos, morreu após passar por cirurgias plásticas, em uma clínica situada em um local nobre de Belo Horizonte. Na última semana de abril, foi divulgado o laudo pericial da morte de Lidiane Aparecida Fernandes, no ano passado, em outro local fixado também em área sofisticada da capital mineira. Com base no relatório, a polícia reforça a tese de que o médico responsável pela cirurgia cometeu homicídio culposo por agir com “imperícia e com a inobservância de uma regra de técnica da profissão médica”. 

Ficou comprovado que Lidiane teve mais gordura retirada do seu corpo do que o valor máximo estipulado pelo CFM (Conselho Federal de Medicina).

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Com o objetivo de informar com clareza, quem tem vontade de realizar uma lipoaspiração em espaços qualificados e com profissionais de excelência em cirurgias como essa, os médicos Augusto Almeida e Thiago Delgado, da Clínica Lindomar Delgado, referência neste tipo de cirurgia em Juiz Fora, também em Minas Gerais, elucidam, ressaltam e esclarecem as mais diversas dúvidas em torno deste procedimento.

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Para o Dr. Augusto, é Importantíssimo avaliar o histórico e reputação da clínica, as boas indicações e recomendações na cidade. “Também é preciso se certificar que o local tem equipe e profissionais qualificados e habilitados pelas sociedades, se esses profissionais se atualizam e se têm experiência no procedimento que você está buscando”. Oferecer um hospital com excelente equipe de anestesia e toda a infraestrutura de centro médico, é primordial para o Dr. Thiago. “Um lugar que tenha total capacidade de resolver qualquer problema, qualquer intercorrência.

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Então, se por acaso precisar, o paciente não tem que ser transferido. Temos uma equipe médica de todas as especialidades e estrutura completa necessária no nosso entorno”. Os dois são categóricos em uma dica: evitar procurar por preço. “O ideal é que se procure por qualidade”, reforça Delgado. “Desconfie de falsas promessas e preços muito baixos. Conhecimento é poder, se informe, pesquise e planeje bem sobre o procedimento, os profissionais e o local que será realizado”, sugere Almeida.

Os médicos sublinham que a lipoaspiração não é para emagrecer. Ela é indicada para casos de acúmulo de gordura localizada resistentes a atividade física e alimentação balanceada. 

A indicação da área a ser operada vai de encontro com as queixas da paciente como abdome, costas, coxas e braços. “Importante lembrar dos protocolos de segurança como evitar cirurgias prolongadas, seguir a recomendação de retirar máximo de gordura que corresponde a cerca de 7% do peso corporal entre muitos outros cuidados”, diz o Dr. Augusto. O paciente tem que estar saudável, não pode estar totalmente fora do peso. “Também levamos em consideração outros fatores como avaliação presencial e individualizada de cada paciente”, aponta Dr. Delgado.

Cada paciente é analisado de forma individual, mas alguns exames são solicitados para todos. “Algumas alterações nos exames de sangue, ultrassom, abdômen, podem mostrar pontos que nos façam adiar ou até mesmo impedir uma cirurgia. 

Por exemplo, pacientes que estão com anemia, precisamos primeiro acertar toda essa parte com auxílio de um hematologista. Pacientes que apresentam algum grau de desnutrição, solicitamos acompanhamento prévio e pós operatório de uma nutricionista”, explica Thiago Delgado. A consulta médica é fundamental para você conhecer o seu médico e o seu médico te conhecer. “Vários critérios são avaliados como queixas principais e suas expectativas, histórico do paciente, sua saúde, seu exame físico, sua anatomia e particularidades incluindo o chamado pré operatório com exames de imagem, laboratoriais e avaliação cardiológica”, enumera Augusto Almeida.

Ele aproveita para fazer um alerta aos pacientes. “Existem inúmeros tratamentos no mercado, mais uma vez a informação é o principal aliado. Criaram-se nomenclaturas com o intuito de minimizar riscos como “minilipo”, “lipolight” e outros. Deve-se tomar muito cuidado com as ditas técnicas menos invasivas pois elas também são passiveis de complicações: por exemplo, a chamada hidrolipo que algumas vezes são feitas em ambientes não seguros, sob anestesia local, e são passíveis de intoxicações e intercorrências graves; a criolipólise que diminui a temperatura com aplicação de vácuo também pode ocasionar necroses”. Para o Dr. Almeida, a melhor técnica e menos invasiva para moldar o nosso corpo é a constância de atividade física adequada e alimentação saudável.

“A lipoaspiração é uma excelente cirurgia que pode fazer muito bem a autoestima das pessoas”, acredita o Dr. Delgado. “A gente observa melhoras diariamente em nossos consultórios e dos nossos colegas, mas é importante saber que não é livre de risco como em outras cirurgias e como em tudo que fazemos em nossa vida”, reitera.

Para deixar ainda mais informadas as pessoas que têm interesse em realizar uma lipoaspiração, o Dr. Augusto Almeida deu cinco dicas fundamentais para que esse plano dê certo e seja feito com a segurança e o profissionalismo necessários.

  1.  Escolha um médico treinado, habilitado com experiência
  2. Agende uma consulta para tirar todas as dúvidas sobre o procedimento e suas particularidades
  3. Realize o procedimento em ambiente adequado, com estrutura e profissionais preparados para emergências
  4. Importantíssimo a assistência e cuidados incluindo a reabilitação pós operatório com drenagem e fisioterapia
  5. Não coloque toda a responsabilidade do resultado na cirurgia, grande parte se faz pelo biótipo, ou seja, genética e anatomia individual além da importância da atividade física e alimentação adequada.
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