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Meningoencefalite tem cura? Sintomas e tratamento de uma das doenças que causou o falecimento de Paulinha

Atestado de óbito apontou que uma das causas do falecimento da cantora foi a meningoencefalite.

Divulgação/@paulinhaabelha | Divulgação/ NDMAIS

Na noite deste domingo (06/03), foi divulgado pelo Domingo Espetacular que uma das causas do falecimento da vocalista da banda Calcinha Preta, Paulinha Abelha, teria sido a doença meningoencefalite.

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No caso da cantora, a equipe médica ainda não descobriu o que ocasionou a infecção. No entanto, os médicos que estavam cuidando de Paulinha afirmaram que continuam investigando a possível causa. A cantora faleceu no dia 23 de fevereiro, após 13 dias internada, sendo 6 dias em coma profundo.

Meningoencefalite: agentes causadores, sintomas e tratamento

A meningoencefalite é uma doença que causa a infecção das membranas que protegem o cérebro, podendo prejudicar o funcionamento de tecidos vizinhos como a medula espinhal, por exemplo. A enfermidade dificulta o transporte de oxigênio feito pelas hemácias. Além disso, a doença causa diversos sintomas como rigidez do pescoço, dor na nuca, febre e vômito.

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A doença também conhecida como meningite pode ter diversos agentes causadores. Dentre eles, vírus, bactérias e fungos. Os quadros em que os agentes infecciosos são os vírus costumam ser menos grave. No entanto, os casos ocasionados por bactérias ou fungos são muito perigosos e possuem uma taxa de óbito de 20%.

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A transmissão da bactéria meningococo se dá através do contato com secreções respiratórias e da saliva de pessoas que estão infectadas. Apesar de ser uma doença perigosa, os agentes não são muito contagiosos e é difícil de ser contaminado pela bactéria.

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O tratamento contra a doença varia de acordo com o agente causador e o quadro de saúde da pessoa infectada. Atualmente, a principal forma de evitar a meningoencefalite é a vacinação. Existem vacinas para o tipo A, B, C, W e Y de meningococo, todas são seguras e com a eficácia comprovada.

A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que a vacina seja tomada no primeiro ano de vida do indivíduo. As doses de reforço são indicadas em duas fases diferentes: entre 4 e 6 anos e aos 11 anos de idade.

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