in

Em caso raríssimo, bebê nasce com ‘cauda’ de 12 cm e bola na ponta; secretaria de saúde explica

O caso aconteceu no último ano, mas somente ganhou repercussão na mídia recentemente.

Catraca Livre

Em caso raríssimo, um recém-nascido que veio ao mundo antes do tempo, aos oito meses, nasceu com uma anomalia que deixou os médicos intrigados. A criança tinha uma cauda de 12 centímetros com uma bola na ponta. O fato aconteceu em Fortaleza no último ano, mas somente foi publicado em uma revista científica no mês de março de 2021.

Publicidade

O recém-nascido foi levado para o HIAS – Hospital Infantil Albert Sabin, que fica na capital. Na instituição, o bebê passou por uma avaliação, e os profissionais optaram por fazer um procedimento cirúrgico para a retirada da cauda. Como não tinha nenhum tipo de comprometimento neurológico, como ossos ou nervos, a cirurgia foi de menor complexidade, tendo sido realizada uma semana depois do pequeno paciente ter dado entrada na unidade.

Secretaria de Saúde se manifesta sobre caso

A Sesa, Secretaria da Saúde do Ceará, manifestou sobre o caso. Foi informado que a formação da cauda na criança ocorreu em virtude de uma alteração na regressão da cauda embrionária. Ainda de acordo com a secretaria, não há etiologia definida para esse tipo de situação.

Publicidade

A secretaria também deixou claro que o bebê não teve nenhum tipo de prejuízo e ressaltou que o caso é raríssimo na medicina. Na literatura mundial, onde estão registradas ocorrências como essa, somente foram encontrados 40 casos semelhantes ao que aconteceu com o recém-nascido brasileiro.

Publicidade

No artigo científico que foi publicado sobre o caso do bebê que nasceu com cauda, os autores explicaram que esse tipo de situação é considerada raríssima. Além disso, a descrição técnica é descrita como protuberâncias cobertas de pele que ficam localizadas no meio da parte inferior da coluna.

Publicidade

Ainda conforme o documento, a mãe do bebê teria realizado oito consultas pré-natais. A então gestante não teria feito consumo de drogas ilícitas ou álcool durante o período gestacional, mas fumava em torno de 10 cigarros diariamente. Porém, não existe confirmação de que o uso do cigarro possa ter contribuído para o crescimento da cauda.

Publicidade

Escrito por Shyrlene Souza

Redatora na web desde 2016, formada em ciências contábeis, apaixonada pela redação desde criança. Escrevo sobre assuntos diversos, famosos, maternidade e notícias que se destacam no Brasil e no mundo.