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Mãe doa roupas usadas à amiga grávida e pede de volta após perda de bebê

A mulher decidiu pegar de volta as roupas que deu a uma amiga depois que ela perdeu um bebê.

Pais&Filhos

A chegada de um novo membro na família é sempre motivo de comemoração dos pais, familiares e amigos. Contudo, a preparação é uma tarefa árdua para os futuros papais. Além de se preocupar com todo processo da gestação também existem outros fatores como montar o quartinho e escolher o enxoval.

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Muitas mulheres que já tiveram filhos costumam emprestar as roupinhas para as amigas. Afinal de contas, os bebês crescem rápido e perdem as peças que acabam ficando pequenas. No entanto, uma história de empréstimo de roupas de bebê colocou um ponto final em uma amizade. Uma mãe que entrou em um fórum de conselhos na web questionou os internautas se era irracional ela ter pegado de volta as roupinhas de segunda mão que havia doado a amiga, já que infelizmente a mulher acabou perdendo o filho aos seis meses de gestação.

Em seu relatou, a mulher contou o que aconteceu: “Uma amiga muito próxima perdeu seu bebê, grávida de seis meses, há alguns anos. Eu tinha dado a ela muitas roupas de recém-nascido para o nascimento de seu bebê”. Ela contou que depois do ocorrido, nada sobre as roupinhas foi mencionado pela amiga.

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Ela ficou sabendo que as roupinhas haviam sido armazenadas na casa de uma parente, pois ela havia achado muito difícil ter que lidar com toda a situação. A mulher conta que não mencionou o assunto das peças, pois não queria provocar nenhuma dor extra na amiga. Contudo, a situação mudou há alguns dias após ter recebido a ligação da amiga dizendo que tinha combinado de dar as roupinhas para uma garota aleatória que havia conhecido.

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Então a amiga pediu para que ela examinasse algumas das peças antes da doação, já que havia itens especiais que preferia não dar a uma pessoa estranha. Mas, o pedido das peças de volta não agradou nada e a amiga ficou com raiva, porém ela acredita não ter feito nada errado e concluiu e ainda frisou ter ficado chateada já que não foi perguntada se estava tudo bem em doar as roupas. A atitude dividiu opiniões, uns concordaram e outros já não acharam nada legal.

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