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Caso Miguel: reviravolta pode fazer patroa pagar caro por morte de menino; os próximos passos

A Polícia Civil deve encaminhar ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE), nos próximos dias.

UOL / Montagem

O caso Miguel acabou repercutindo em todo o país. O menino, de apenas cinco anos de idade, acabou morrendo após cair do nono andar de um prédio, na cidade de Recife, no estado de Pernambuco. A criança caiu de uma altura de 35 metros. Miguel estava na casa da patroa da mãe, Sarí Corte, primeira-dama de uma cidade próxima à Recife. 

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A mãe estava passeando com o cachorro da primeira-dama. Ao voltar, encontrou o filho caído no chão, agonizando. Ele não resistiu. Já Sarí chegou a ser presa por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Rica, ela pagou uma fiança de R$ 20 mil e deixou a delegacia no mesmo dia em que foi levada, nem chegando a passar a noite no local.

Sarí, no entanto, pode pagar caro pelo crime. É o que mostra uma matéria publicada pelo portal de notícias UOL nesta sexta-feira, 6 de junho. A polícia deve enviar o caso para o Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Caso a entidade concorde com a tipificação do crime, que inclui negligência, Sarói pode ficar até três anos presa na cadeia. 

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No entanto, segundo o UOL, no Ministério Público pernambucano, o caso pode ganhar uma reviravolta, a depender da análise da promotoria. Ao analisar as provas do caso, o promotor pode mudar a tipificação do crime e complicar a vida da primeira-dama. 

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Caso isso ocorra, ela responderia a homicídio doloso e não culposo. O homicídio doloso é quando há a intenção de matar. O motivo é que Sarí sabia que Miguel era uma criança muito pequena e não impediu ele de ficar dentro de um elevador. Pelo contrário, até apertou os botões do mesmo. Sarí, inclusive, pode ser levada ao júri popular. 

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Escrito por FERNANDO B

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