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Capital brasileira tem mais de 100 mortes pelo 7º dia seguido e cemitérios possuem filas

A situação se mostra caótica e autoridades buscam alternativas para solucionarem as dificuldades.

Bruno Kelly

A pandemia em referência ao coronavírus se torna de certa maneira caótica em algumas cidades brasileiras, que ainda convivem com a falta de estrutura funerária, como podemos ver na cidade de Manaus, que é capital do estado do Amazonas, quando se completa sete dias consecutivos com mais de 100 mortes provenientes da Covid-19.

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Fato que preocupa as autoridades locais, tendo em vista que Manaus não dispõe de um sistema funerário que atenda todo esse quantitativo de óbitos, fazendo com que muitas famílias possam ficar sem caixões para enterrar seus entes queridos.

Com isso, o responsável pelo sindicato da categoria resolveu comunicar ao governo que as urnas existentes só devem durar por mais 5 dias, caso as mortes continuem no mesmo ritmo. Diante da situação, a Associação Brasileira de Empresas Funerárias trabalham com duas opções para conseguirem resolver o problema enfrentado pela capital amazonense.

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A primeira seria com a ajuda do Governo Federal, que consequentemente disponibilizaria um avião cargueiro para transportar mais de 2 mil urnas ao estado, fazendo com que o problema fosse amenizado.

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Em outra vertente, está a opção de transportar o material por meio de caminhões, o que seria feito apenas em negativa do governo, pois a demora seria muito grande devido à distância a ser percorrida.

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Para se ter uma ideia do caos funerário na capital, alguns cemitérios da cidade já possuem filas de espera para sepultamento, que nesta segunda-feira (27), chegam ao número de 40 no cemitério do Torumã.

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