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De filha abandonada a médica formada: conheça a incrível e emocionante história de Thelma

Com uma história de vida inspiradora, Thelma passou por muitas dificuldades.

Reprodução: Põe na Roda

Na noite deste sábado (25), o Big Brother Brasil, reality show da Rede Globo, teve seu trio de finalistas formado. O último paredão da vigésima edição foi marcado pelo clima fraterno entre os competidores e teve como resultado a eliminação do ator Babu Santana, um dos mais cotados ao título e recordista de paredões, tendo voltado de nove deles, vindo a sair no décimo.

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Com a eliminação do único brother que ainda restava na casa mais vigiada do Brasil, a grande final do programa foi formada por três mulheres, são elas: a influenciadora digital Rafaella Kalimann, a atriz e cantora Manu Gavassi e a médica Thelma Assis.

A presente edição do programa, por ser comemorativa, teve uma dinâmica bem distinta das antecessoras, principalmente em relação à forma de divisão dos participantes, sendo alguns já bem conhecidos pelo público, os chamados convidados, e aqueles sem nenhum tipo de fama antes de entrarem na competição, os anônimos.

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Thelma é a única competidora anônima restante, e com boas chances de se tornar a grande campeã do reality, conquistando o tão sonhado prêmio de 1,5 milhões de reais mais um automóvel, da marca Fiat, modelo Fiat Toro Ultra, avaliado em aproximadamente 165 mil reais.

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Apesar de não ser famosa como as outras duas finalistas, Thelma conta com uma trajetória de vida bastante inspiradora e emocionante. Ainda bebê, quando tinha poucos dias de vida, ela foi abandonada pela mãe biológica, e adotada por Yara Assis e Carlos Alberto de Assis, casal que, na época, havia acabado de perder um bebê.

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Desde nova, Thelma tinha o sonho de ser médica. Ela persistiu durante três anos fazendo ‘cursinhos’ até passar no tão sonhado e concorrido vestibular de Medicina, tendo conseguido uma bolsa de 100% na renomada Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Segundo o marido de Thelma, o fotógrafo Denis Cord, na época em que a esposa fazia cursinho, além de estudar várias horas por dia, ela dava aulas de balé e distribuía panfletos na rua para ajudar os pais no pagamento das mensalidades. Toda a trajetória foi marcada por muita dificuldade, como a vez em que a família se viu obrigada a escolher entre pagar as despesas do cursinho ou a conta de luz: “Teve um mês que, ou eles pagavam a luz, ou o cursinho. A luz foi cortada”, contou Denis.

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