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Equipe da Globo sofre dois ataques ao vivo em menos de um mês; entenda

TV Globo

Quatro dias após o repórter Renato Peters ter sido interrompido ao vivo por uma simpatizante do presidente Jair Bolsonaro, outra repórter da Rede Globo foi atacada no ar durante o SP1. A jornalista Mariana Aldano estava em frente a uma agência da Caixa Econômica Federal na cidade de São Paulo nesta terça-feira (14), quando dois homens saíram da fila e começaram a gritar em direção a equipe: “Globo lixo”.

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Nesse instante, a imagem foi cortada para o jornalista César Tralli que estava no estúdio e demonstrou estar assustado com o acontecimento inusitado. O apresentador preferiu não comentar sobre o ataque sofrido pela equipe de reportagem e continuou o telejornal normalmente.

Na semana anterior, Renato Peters estava ao vivo com César Tralli no SP1 quando uma mulher resolveu invadir a transmissão e arrancou o microfone das sua mãos. O repórter foi empurrado por uma apoiadora do presidente que disparou que a a Rede Globo é um lixo e que o presidente tem razão.

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No último dia 17, Peters estava falando sobre a falta de cuidado do Hospital Geral da Cachoerinha que fica situado na zona norte de São Paulo, que estaria tratando pessoas infectados pelo coronavírus no mesmo ambiente que pacientes sem sintomas da doença. Além de tudo, o funcionário da Globo estava explicando sobre a divulgação dos boletins médicos.

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A mulher que até então não foi identificada empurrou o jornalista, que ficou sem reação na hora. No estúdio, César interrompeu o link ao vivo e se desculpou com os telespectadores.

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