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Governo libera suspensão de contratos e redução de salário dos trabalhadores em até 70%

Reinaldo Canato/VEJA.com

Com a grave situação econômica proveniente da pandemia em referência ao coronavírus, o governo brasileiro se vê na difícil missão de tentar controlar o possível caos financeiro em nosso país, que a cada dia se mostra mais presente, fazendo com que muitas pessoas comecem a temer por seus empregos e consequentemente por suas rendas.

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Por isso, o governo começa a tomar medidas emergenciais que afetam diretamente aos trabalhadores, o que não agrada nem um pouco aos mesmos, porém as ações se mostram extremamente necessárias, tendo em vista que se algo não for feito a instabilidade do país e o desemprego será ainda maior.

Uma das medidas acatadas pelo executivo é a de autorizar redução de salário e suspensão de contratos, o que segundo estimativa feita pelo governo pode afetar cerca de 24 milhões de trabalhadores brasileiros, o que fez com que a população ficasse de certa maneira apreensiva e até mesmo indignada com seus representantes.

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Por outro lado, o governo relata que não havia alternativa para conter os índices de desemprego, que poderiam ser bem maiores caso a medida não fosse tomada, já que cerca de 8 milhões de postos de trabalhos seriam encerrados, para que assim as empresas conseguissem ter um fôlego econômico.

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O problema é que mesmo com as medidas, o governo estima que mais de 3 milhões de pessoas fiquem desempregadas, contudo o número será bem menor do que sem as medidas, o que poderia ocasionar 12 milhões de demissões. Vale lembrar que os demitidos receberão todos os seus diretos já existentes.

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A medida provisória irá autorizar ao empregador a reduzir a carga horária do trabalhador, como também a redução de salário, sendo feita por meio de acordo entre as partes, podendo a redução chegar ao máximo de 70% do salário.

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