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Prefeito de Milão admite erro ao lidar com a crise do coronavírus

Claudio Furlan / LaPresse via AP

A Itália ainda está entre um dos países com o maior número de contaminados pela Covid-19 e na última quinta-feira (26) as autoridades publicaram que o número de mortos do dia foi de 919, totalizando 9.134 óbitos.

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Milão está no olho do furacão, já que a cidade abriga 40,1% da população italiana que foi infectada pelo coronavírus. Até agora foram registrados 32.346 casos, com um número de 4.474 mortes. Levando todos esses números em consideração, a cidade já é responsável por 54,4% das mortes no país, uma estatística alarmante.

Isso levou o prefeito da cidade, Giuseppe Sala, a reconhecer que cometeu um erro ao apoiar a campanha “Milão não para”, que estimulava a população a não interromper suas atividades e subestimava a periculosidade do novo vírus.

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A campanha começou a ganhar força nas redes sociais em 26 de fevereiro, quando a região da Lombardia ainda contava com apenas 258 pessoas com sintomas e o número de mortes no país ainda era apenas de 12 pacientes. Quando se tornou realmente viral, já haviam 11 cidades do norte italiano em confinamento.

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Em entrevista a uma rede de notícias italiana, o prefeito admitiu ter replicado o vídeo da campanha na internet sem imaginar o poder, alcance e letalidade do coronavírus e os impactos que eles poderiam causar na economia local e estar aberto a críticas.

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A boa notícia para a Itália é que o número de pacientes que se recuperaram também subiu, de 9.632 para 10.361 e o de mortes também apresentou uma pequena queda desde a última quarta-feira (25).

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Escrito por Beka Assis

Redatora e curiosa, é uma entusiasta de gadgets, jogos e utilidades. Adora escrever e experimentar inovações que podem tornar a vida mais prática.