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Mãe de dois fica grávida novamente dois meses após parto e desabafa: ’em estado de choque’

Divulgação/revistacrescer

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A dona de casa Loryane Camargo, de 29 anos, moradora da cidade de Bagé, estado do Rio Grande do Sul, tem lembranças difíceis do primeiro parto. Ela contou que a sua primeira gestação não foi planejada e que não tinha a menor noção de como era uma gravidez e acabou somente descobrindo aos 4 meses que esperava o primeiro filho.

Ela contou que o ciclo era normal e, por esse motivo, não desconfiou. Loryane disse que o seu parto foi muito sofrido, 24 horas de dores insuportáveis e somente depois de tanto sofrimento foi encaminhada para uma cesariana de emergência. Devido as complicações, a filha da dona de casa acabou nascendo roxinha e sequer chorou. Apesar de todo perrengue, a criança é linda e saudável.

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Após quatro anos, ela resolveu ter mais um bebê, porém desta vez tudo teria sido planejado. Ela contou que fez o pré-natal normalmente, mas como completou 43 semanas e a criança não nascia, precisou novamente ser submetida a uma cesárea de emergência.

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Ela disse que mais uma vez, a experiência não foi muito legal. Segundo a mãe, a médica ia começar a fazer o parto antes mesmo da anestesia fazer efeito. “ Foi estranho, senti falta de ar. Minha filha nasceu no dia 1 de outubro e só consegui tirar os pontos 20 dias depois”, desabafou.

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Depois que passou o período da quarentena, a jovem disse que já estava recuperada e começou a tomar remédio para se prevenir. Ela disse que tomou direitinho conforme a orientação. No entanto, no mês de janeiro percebeu que o seu ciclo não veio normal e por isso ficou um pouco apreensiva, pensando que talvez tivesse com algum tipo de problema.

Desconfiada, resolveu fazer um teste de gravidez que acabou dando positivo. Ela conta que passou mal, pois não acreditava, ficou em choque.

Loryanne disse que já está mais tranquila pois recebe bastante apoio do marido. “Sei que é raro engravidar amamentando e tomando anticoncepcional”, desabafou. Apesar de ser raro, pode sim acontecer. A amamentação em livre demanda suprime a atividade dos ovários, contudo não é 100% seguro, as chances de uma gravidez é reduzida e não nula.

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Escrito por Shyrlene Souza

Redatora na web desde 2016, formada em ciências contábeis, apaixonada pela redação desde criança. Escrevo sobre assuntos diversos, famosos, maternidade e notícias que se destacam no Brasil e no mundo.