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Luto no cinema: morre um dos maiores nomes do cinema nacional, reconhecido no mundo todo

Montagem Jean Marangoni

Faleceu nessa quarta-feira (19/02) um dos maiores nomes – senão o maior – do cinema brasileiro. O grande mestre do terror nacional dirigiu 40 filmes e atuou em mais de 50 produções ao longo de sua longa carreira como cineasta. Zé do Caixão como era conhecido José Mojica Marins teve sua morte confirmada por sua filha, a também atriz Liz Marins. 

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O ator e diretor sofria de uma broncopneumonia e estava internado desde o dia 28 de janeiro no hospital Sancta Maggiore, na cidade de São Paulo, onde acabou não resistindo à doença e faleceu as 15h46. José Mojica Marins tinha 83 anos e deixa 7 filhos. 

Conhecido por suas unhas cumpridas e sua aparência fúnebre, o personagem Zé do Caixão fez história no cinema brasileiro a partir do filme “À meia-noite levarei sua alma” de 1964. O terror escatológico do diretor, ator e roteirista ganharia ainda três sequências: “Esta noite encarnarei no teu cadáver” de 1967, “O estranho mundo de Zé do Caixão” feito no ano seguinte, e mais recentemente o “Encarnação do demônio” que saiu em 2008. Em todos esses filmes Mojica interpretou o agente funerário sádico, com suas peculiares roupas pretas, além da cartola e da capa.

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O personagem ficou famoso não só no Brasil mas também em todo mundo, nos Estados Unidos por exemplo, Zé do Caixão era conhecido como “Coffin Joe”. Mojica contava em entrevistas que idealizou o personagem após um pesadelo que teve, em que era arrastado para um túmulo justamente por um homem vestindo uma capa preta. 

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O diretor e ator terá seu corpo velado no Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo.

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Escrito por Jean Marangoni

Influenciador digital responsável pelas páginas 'Mussum Sinceris' nas redes sociais, trabalho também com jornalismo online há 3 anos. Para sugestões entre em contato: jeanmarangoni@gmail.com