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Porteiro que tentou incriminar Bolsonaro no ‘caso Marielle’ é desmentido pela polícia

Fotomontagem: Bruno Avila / RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES / UOL

O assassinato da ex-vereadora Marielle Franco, do PSOL, que ocorreu no dia 14 de março de 2018, ainda está com investigações comandadas pela Polícia Civil. Quase dois anos após sua morte, a polícia já encontra alguns caminhos para chegar ao mandante do crime.

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Até agora, apenas duas pessoas foram presas, sendo elas as suspeitas de estarem no carro onde saíram os disparos que assassinaram Marielle. O ex-policial Élcio Vieira de Queiroz e o policial militar reformado Ronnie Lessa foram presos em março de 2019. Até hoje, os militares continuam sob custódia.

Segundo informações vindas da polícia, o PM reformado, Ronnie Lessa, foi o autor dos 13 disparos que assassinaram Marielle e seu motorista Anderson. Ronnie estava no banco de trás do Cobalt (veículo utilizado pelos criminosos) que perseguiu o carro da vereadora. Já o Ex-PM Élcio Vieira de Queiroz teria sido quem dirigiu o Cobalt e perseguiu o veículo da vítima.

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Em novembro de 2019, apareceram indícios de que o atual presidente da república, Jair Messias Bolsonaro, poderia estar envolvido no crime que resultou na morte de Marielle.

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Segundo uma reportagem da Rede Globo, o porteiro do condomínio onde morava Jair Bolsonaro teria concedido a entrada de Élcio Vieira Queiroz com uma autorização do atual presidente.

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Nesta terça-feira (11), foi divulgado um laudo assinado por seis peritos da Polícia Civil, onde retiram todas as acusações de envolvimentos de Jair Bolsonaro na morte de Marielle Franco.

O porteiro foi desmentido pela investigação. De acordo com o laudo, a pessoa que autorizou a entrada de Élcio Vieira no local foi Ronnie Lessa, e não Bolsonaro.

O laudo aponta ainda, por meio de áudios, que a voz do porteiro que autorizou Élcio entrar não era a mesma do que acusou Bolsonaro de ter autorizado. Ou seja, o porteiro que acusou o atual presidente nem ao menos estava na portaria, para se defender e alegar que teria se confundido.

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Escrito por Bruno Avila

Redator de futebol, política e famosos desde 2016. Hoje um dos redatores mais lidos do 1News Brasil. Fique à vontade para falar comigo: brunoavilaprof@outlook.com