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Você já viu um Chester vivo? Ave é uma aberração criada pelo homem? Saiba tudo

Foto: Getty Images e Divulgação/BRF

Dezembro já está chegando ao fim e o Chester é um prato que está presente na ceia de Natal da maioria dos brasileiros. No entanto, pouco se sabe sobre o que realmente é o Chester e por conta disso várias lendas circulam a cerca do animal.

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Dentre as lendas que se popularizaram com a ajuda da internet está que o Chester seria uma aberração, um monstro transgênico criado pelo homem. Outras teorias dizem que a ave é criada em tubos enormes cheios de líquidos semelhantes a placenta e que por conta disso se trata de um bicho sem alma, coração e até mesmo sem cabeça. Há até quem diga que o Chester é um galo gigantesco que por ter problemas mentais passa o dia todo comendo.

Essa fantasia em torno da ave se deu por conta da própria Perdigão, empresa detentora dos direitos do nome Chester, que por décadas escondeu informações sobre como era e como foi criado o frango que é um dos produtos que eles mais vendem no natal.

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Ainda hoje pouco se sabe sobre a ave e até por questões de concorrência de mercado apenas uma foto do animal vivo foi disponibilizada pela Perdigão em todos esses anos.

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O que se sabe sobre o Chester é que a Perdigão em 1979 enviou técnicos aos Estados Unidos em busca das melhores linhagens de frango do país para que pudessem enfim concorrer com o peru da Sadia, que já era bem popular na época.

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Após isso foram feitos inúmeros cruzamentos entre os melhores frangos até se encontrar a excelência: uma ave maior com 70% da carne concentrados nas coxas e no peito do animal.

Esse melhoramento genético é prática bem comum na indústria alimentícia, e não há qualquer indício que seja usados hormônios no crescimento do Chester, pois tornaria o produto bem mais caro e a prática é proibida desde 2004 pelo Ministério da Agricultura.

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Escrito por Jean Marangoni

Influenciador digital responsável pelas páginas 'Mussum Sinceris' nas redes sociais, trabalho também com jornalismo online há 3 anos. Para sugestões entre em contato: jeanmarangoni@gmail.com