in

Homem com duas facas nas mãos atacou crianças que aguardavam ônibus escolar

Fotomontagem: Carolina Mello

Um homem e uma menina de 11 anos faleceram depois de serem atacados com golpes de faca na cidade de Kawasaki, no Japão. Tudo ocorreu nesta terça-feira (28). O assassino ainda deixou 17 crianças feridas, além de uma mulher. O criminoso acabou morrendo horas depois.

Publicidade

O ataque ocorreu em um ponto de ônibus repleto de crianças que estavam à espera do transporte escolar, por volta das 7h45. A escola se chama Caritas Gakuen e fica há 1,5 km do local onde tudo ocorreu.

Todas as pessoas feridas com os golpes de facas foram levadas para o hospital. Infelizmente, Hanako Kuribayashi, de 11 anos de idade, e Satoshi Oyama, de 39 anos, faleceram por causa dos ferimentos.

Publicidade

De acordo com as investigações, o homem de 39 anos era pai de uma das crianças feridas. As testemunhas afirmaram que o assassino era um homem aparentando entre 40 e 50 anos e se aproximou do ponto de ônibus com duas facas nas mãos. 

Publicidade

A polícia local informou que ele também esfaqueou a si mesmo, no pescoço e ombro. Ele foi internado no hospital com estado grave, e morreu horas depois. Sua identidade não foi revelada.

Publicidade

Shinzo Abe, primeiro ministro japonês, disse que o ataque foi devastador e convocou uma reunião para discutir o assunto. Sua prioridade é manter as crianças seguras a todo custo. Por isso, ele instruiu ministros para que sejam tomadas medidas imediatas para garantir a segurança das crianças ao entrar ou sair da escola.

Esse tipo de violência é considerado muito raro no Japão, pois é considerado um dos países mais seguros do mundo, onde os índices de homicídios são muito baixos e ataques com facas quase não existem.

O último ataque a faca no Japão havia sido registrado em 2016, onde 19 pessoas morreram em um ataque a uma casa de repouso. Esse crime foi classificado como o maior assassinato em massa que ocorreu no país, desde o fim da 2ª Guerra Mundial.

Publicidade
Publicidade
Publicidade

Escrito por Carolina Mello

Amante das artes, leitura e escrita, resolvi fazer de um hobby uma profissão.