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Mensagens no WhatsApp podem ser razão para atirador que matou em igreja

JPAgora / Veja / Fernando

Nesta terça-feira, 21 de maio, um homem identificado como Rudson Aragão Guimarães invadiu uma igreja na região de Paracatu, matando três pessoas a tiros. Antes disso, ele já havia matado a ex-namorada com um golpe de faca no pescoço. A vítima foi identificada como Heloísa Vieira Andrade, de 59 anos.  Os policiais chegaram pouco depois e tentaram negociar com o sujeito. Não deu certo. Ele foi atingido, porém não morreu e está internado em um hospital da região. 

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Segundo informações de testemunhas, Rudson entrou no local gritando transtornado. Ele teria gritado expressões como “voltei do inferno’. O local atingido foi a Igreja Batista Shalon, que no momento do ataque recebia fiéis para um culto evangélico. 

Ainda tenta se descobrir o que teria motivado Rudson a entrar na igreja atirando. No entanto, segundo o site local JP Agora, uma das linhas da possível rixa do atirador com a igreja teria sido uma briga pelo WhatsApp.

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Testemunhas teriam confirmado que Rubson, às vezes, ia aos cultos, porém era também assíduo no grupo do WhatsApp da congregação. No espaço, ele e o pastor do local teriam discutido. O nome do religioso ainda não foi identificado. A polícia não comentou essa possível linha de investigação que foi exposta pelo site. 

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O Coronel Luís Magalhães deu uma declaração à imprensa, dizendo que o sujeito arrombou o portão da igreja e entrou procurando pelo pastor, enquanto dizia que voltou do inferno para cumprir uma missão.
Veja abaixo um vídeo com declarações do coronel sobre o caso:

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https://twitter.com/otempo/status/113104006623361843

Ainda segundo o Coronel, Rudson agia de forma descontrolava, fez alguns disparos matando três pessoas e só os militares atiraram nele.

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Escrito por FERNANDO B

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