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Verdade sobre modelo que morreu desfilando é triste e assustadora

Foto: Leco Viana/The News S2/Estadão Conteúdo

A morte de um modelo durante a São Paulo Fashion Week, neste sábado, 28 de abril, levantou um debate. Afinal, o que teria feito um profissional tão jovem morrer em uma atividade simples como andar em uma passarela? Tales Soares, que tinha 25 anos, era formado em Educação Física.

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Ele estava pela segunda vez no maior evento de moda do país. O registro da morte do rapaz na Polícia revela que ele teria tido um mal súbito. O fato é triste e, ao mesmo tempo, assustador, especialmente quando pessoas próximas a ele garantem que o jovem se alimentava bem e fazia exercícios.

A indústria da moda, em todo o mundo, tem sido criticada por expôr modelos cada vez mais magros. Na Europa, inclusive, já existe um limite de IMC mínimo para a profissional das passarelas poder desfilar. Tudo para evitar doenças como a anorexia e bulimia. 

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Outro fato que a família faz questão de negar é o uso de drogas por parte de Tales. A possibilidade chegou a ser levantada por internautas. Segundo Alexandra Soares, irmã do modelo, que falou à reportagem do G1, o atestado de óbito de Tales informa que a causa da morte dele é “indeterminada”.

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Alexandra disse que não sabe o que matou seu irmão, mas fez questão de dizer que ele não sofria de anorexia, nem usava drogas. “Eu quero esclarecer essas inverdades que estão dizendo sobre ele de drogas, anorexia, isso realmente não existe”, disse Alexandra Soares.

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A irmã também nega que ele não se alimentasse ou que na data do desfile não tenha recebido acesso a lanche vegano. Ela espera o laudo médico para entender o que realmente houve. 

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Escrito por FERNANDO B

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