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Luto! Jogador de futebol morre durante jogo após não escutar seu médico: ‘Você vai morrer’

Divulgação Pinterest

Na quarta-feira (24), o jornal Soccer Laduma publicou uma entrevista com o jogador de futebol Papy Faty, em que ele revelou que os médicos o proibiram de jogar futebol por causa de um problema cardíaco. Na quinta-feira (25), o jogador de 28 anos morreu durante uma partida de futebol.

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Tudo aconteceu em Suazilândia, no duelo entre os Chefes Malanti e a Green Mamba pela liga local, que após o evento foi suspenso. Eles jogaram apenas 15 minutos de partida, quando o meia caiu na grama e perdeu a vida antes de ser transferido para um hospital, segundo a imprensa local. 

Faty fez parte da equipe do Burundi, que se classificou este ano pela primeira vez na história para a Copa da África, o torneio mais importante do continente.  

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Após a notícia da morte, o artigo publicado pela Soccer Laduma na quarta-feira se tornou viral, em que o próprio jogador de futebol havia dito que era proibido pelos médicos continuar jogando futebol. “O médico me disse que eu posso morrer“, disse o jogador.

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Faty teve problemas cardíacos e já havia desmaiado em outras ocasiões. A primeira vez foi durante um jogo em dezembro de 2015, quando ele vestiu a camisa dos Clever Boys; e depois em abril de 2016, após o seu regresso. Segundo ele, se recusou a aceitar a realidade e queria continuar com sua carreira. 

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Após a realização de um estudo de física, o treinador me perguntou como eu estava. Eu assegurei a ele que eu nunca tinha sentido melhor, então eu incluído na folha para o próximo jogo. Contra Namíbia. Joguei 90 minutos, em seguida, voou direto para Bujumbura, onde três dias depois eu joguei mais 90 minutos sem sofrer nenhuma consequência“, afirmou o jogador, lembrando um episódio ocorrido anos atrás, quando jogou pelo seu time. 

Uma das equipes em que ele jogou, Real Kings, rescindiu o contrato depois de ouvir o relatório médico. Mas, aparentemente, outros clubes decidiram não deram muita atenção às advertências dos especialistas.

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Escrito por Francisco Nunes

Barbeiro profissional.