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Afinal, Lula vetou ou não vacina de doença que matou seu neto? Sim, mas não é bem assim

Foto/Reprodução: Facebook

Uma notícia de  2010 acabou viralizando neste sábado, 2 de março. O motivo foi a morte do neto de Lula, morto por conta de uma meningite. A notícia dizia que Lula vetou a vacina da doença.  Algumas pessoas chegaram a acusar o dado de falke, mas ele é real, só foi mal contextualizado. 

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Em 2010, na verdade, o que Lula vetou foi uma lei que incluiria 5 vacinas no calendário público. São elas as vacinas contra a hepatite A, meningocócica conjugada C, pneumocócica conjugada 7 valente, varicela e pneumococo.

No entanto, das 5 vacinas, três já faziam parte do calendário público. Uma delas, inclusive, era a contra a meningite. Hoje essa vacina é um direito das crianças brasileiras, apesar de que nem em todas as regiões do país país conseguem com facilidade terem acesso a esse tipo de prevenção aos seus pequenos. 

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Ou seja, Lula vetou mesmo uma lei de novas vacinas em 2010. Só que o veto dele não significou que a vacina contra a meningite chegou a parar de ser dada. 

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O ‘Jornal Hoje’ deste sábado, 2 de março,  inclusive, deu dados sobre a meningite e sobre como os pais podem vacinas os seus filhos. 

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O jornal divulgou ainda dados do Ministério da Saúde , que mostram que, em 2018, foram registradas 1.072 ocorrências de doença meningocócica no Brasil e 218 mortes. Em 2017, no mesmo período, foram 1.138 e 266, respectivamente.
Ou seja, a doença tem uma mortalidade alta e se mantém com taxas estáveis no Brasil, sem nenhuma epidemia. 

Em relação à meningite pneumocócica, foram 1.030 ocorrências e 321 mortes em 2017, e 934 e 282 em 2018.

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Escrito por FERNANDO B

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