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Passado de segurança que matou jovem no Extra vem à tona e detalhes surpreendem

Reprodução/G1 Montagem:Marlon Cavalcante

Uma reportagem exibida no Fantástico do último domingo (18), revelou que o segurança responsável pela morte do jovem Pedro Henrique Gonzaga, dentro de uma unidade do supermercado Extra, não poderia estar trabalhando como vigilante. Segundo a matéria, Davi teria agredido sua ex-companheira no passado e foi condenado a três meses de prisão em regime aberto.

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De acordo com as declarações da ex-companheira de Davi, após uma discussão por ciúmes, ele deu vários socos em seu rosto e na frente dos seus olhos.
Pelo fato de estar condenado, Davi estaria impedido de exercer a função de vigilante.

Ele fez o curso em maio de 2017 e foi contratado em dezembro do mesmo ano, sendo que a condenação por agressão saiu dias após sua contratação.

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Segundo informações da Polícia Federal, a documentação de Davi seria revista no curso de reciclagem previsto para maio deste ano. A PF ainda afirmou que não tem como saber se algum vigilante foi condenado neste intervalo.

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O advogado André França, que responde pela empresa de segurança ‘Groupe Protection’ informou que a checagem da ficha criminal é uma responsabilidade da Polícia Federal. “Quem tem a atribuição legal de normatizar todo o processo de formação e posteriormente manter a reciclagem desses indivíduos e monitorar se ele está habilitado ou não, apto ou não, é de atribuição da Polícia Federal”, declarou André França.

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Davi foi preso após ter matado o jovem com um golpe de ‘gravata’, no entanto após ter pago a fiança de R$10 mil, foi solto e irá responder por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

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