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4 meses após assassinato cruel do jogador Daniel, estado de sua mãe preocupa

Arquivo Pessoal

Perder um filho nunca é fácil, ainda mais quando este é assassinado de forma cruel como foi o caso de Daniel, ex-jogador do São Paulo, Botafogo, Coritiba, entre outros. 

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O crime aconteceu no dia 27 de outubro de 2018, e até hoje a vida de sua mãe, Eliana Correa, está abalada. Daniel era filho único e, desde que foi torturado e assassinado, sua mãe não teve coragem de voltar para sua própria casa. Eliana passa seus dias na casa de sua irmã Ângela, pois não tem condições psicológicas para ficar sozinha. 

Esse medo de ficar sozinha é ainda mais traumático na vida de Eliana por conta das lembranças que a perseguem. A família conta que os meses de dezembro e janeiro foram muitos difíceis para ela porque sempre passavam o natal juntos além do aniversário da filha de Daniel, que no dia 4 de janeiro, fez 2 anos, e do aniversário do próprio jogador, que seria no último 22 de janeiro. 

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O pior é que essas feridas serão ainda mais remexidas na próximo semana, quando Eliana irá a Curitiba para uma audiência que ouvirá as testemunhas e réus do crime para decidir se os seis acusados irão a júri popular. 

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Netinha ainda pergunta pelo pai

Como se já não bastasse a dor pelo luto, Eliana ainda enfrenta outra dor. Sua netinha, filha de Daniel, continua perguntando pelo pai, pois o jogador era muito presente na vida da criança. Na semana passada mesmo, Eliana Correa foi para São Paulo visitar sua neta e a garotinha percebendo que tinha alguém no portão saiu gritando toda feliz ‘papai, papai, papai’, pois ele sempre a buscava para passear.

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Escrito por Jean Marangoni

Influenciador digital responsável pelas páginas 'Mussum Sinceris' nas redes sociais, trabalho também com jornalismo online há 3 anos. Para sugestões entre em contato: jeanmarangoni@gmail.com