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Lutadora do UFC reage a assalto no RJ e assaltante tem castigo doloroso e inimaginável

UFC

Um rapaz tentou roubar e retirar o celular de jovem Polyana Viana, mas ele não sabia sobre a profissão dela e nem esperava que ela soubesse lutar tão bem. A vítima atua como lutadora profissional do UFC. Assim, quando ele se aproximou dela com finalidade de usurpar os bens da atleta, teve uma surpresa que não esperava.

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O fato aconteceu na noite do último sábado (5), quando a Polyana foi abordada com fins ilícitos por um homem que almejava levar pertences dela de maneira ilegal. O local em que houve a tentativa de furto foi em Jacarepaguá, região que pertence a Zona Oeste do Rio de Janeiro. 

A garota estava aguardava um Uber que havia solicitado na porta do condomínio onde reside, quando um rapaz que ela não conhecia se aproximou e anunciou o assalto. A vítima aplicou um golpe chamado mata-leão e o segurou até a polícia chegar.

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“Eu chamei o carro e fui para a frente do prédio, porque o pessoal aqui é meio chato com a segurança e não deixa qualquer um entrar. Quando o carro chega, eles ligam para o apartamento para avisar. Mas eu estava com pressa e desci para esperar lá embaixo, na porta do condomínio. Fiquei sentada no canteiro das árvores esperando. Eu sempre olho para ver se tem alguém, mas não vi ninguém. Acho que ele veio muito rápido. Quando eu ouvi os passos, eu virei”, declarou Polyana.

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A lutadora ainda contou um pouco sobre a situação e confessou que não achou que ele pudesse ter uma arma de fogo e, por isso, agiu de forma rápida.

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“Acho que ele ia pegar o meu celular e ia correr. Não parecia que ia mostrar a arma, só ia pegar e correr. Mas como eu virei, ele sentou do meu lado, de uma vez, assustado. Ele me perguntou a hora, eu disse e olhei para ele meio assustada. Como vi que ele não ia levantar, fui esconder o celular na cintura. Quando ele viu que eu ia esconder o celular, ele disse: “Não tenta nada que eu tô armado. Passa o celular!” E colocou a mão em cima da arma. Só que eu vi que era uma arma murcha, de papel. Não era uma arma de verdade. Eu pensei que poderia ser uma arma de brinquedo ou uma faca, mas uma arma mesmo, não era.“ 

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Escrito por Andressa Cavalcante

Bacharel em direito, também possui formação no curso de Análise e desenvolvimento de sistemas, há 3 anos que trabalha como colunista em sites. Trabalha como Gerente de Mídia Social na página Garota Conservadora assim como em Loucos por Armas ambos do Facebook, no Instagram administra os perfis @versosdadireita e @blogconservadora