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Pai manda filho para escola com microfone escondido e não acredita quando ouve a gravação

Reprodução Youtube

Stuart logo percebeu uma mudança enorme no comportamento de seu filho, AKian, de 10 anos. O garoto autista não era mais o menino feliz e calmo de antes. A escola também começou a enviar recados para casa do menino, dizendo que ele havia mudado muito, andava mal-humorado e agressivo com todos.

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Mesmo com a ajuda de um terapeuta comportamental, o pai não conseguiu descobrir o que estaria por trás da mudança súbita de seu filho. Então ele resolveu tomar uma atitude e foi aí que teve a ideia de esconder um gravador na mochila do filho, mas nunca imaginava o que iria ouvir quando a criança voltasse para casa. Nas gravações, o professor e seu auxiliar agrediam Akian verbalmente, chamando-o até de nomes obscenos.

Depois de ouvir seis horas de gravação, o pai, horrorizado, entendeu a mudança no comportamento do filho, que antes era tão doce. Mas as coisas ainda iriam piorar.

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Na gravação, os homens conversavam sobre coisas inapropriadas para uma sala de aula e, na frente das crianças. Falavam como iam ficar bêbados e tinham conversas sobre relações íntimas.

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O pai de Akian levou a gravação ao Conselho Escolar. O professor foi demitido, juntamente com seu assistente. Então o caso repercutiu e outros pais vieram procurar Stuart para pedir ajuda, pois seus filhos estavam passando pelo mesmo problema.

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Gravar pessoas sem consentimento ou autorização judicial não pode ser usado como prova em processos judiciais, mas, no caso de Akian, ajudou o menino a não ser mais maltratado por quem deveria cuidar e ensinar. O caso de Akian não é o único, por isso, pais, observem seus filhos e procurem saber o que acontece com eles.

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Escrito por Cláudia

Claudinha