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Elenco do filme A Freira relata experiências terríveis durante as gravações

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Há uma crença popular de que existem eventos sobrenaturais nos bastidores de filmes de terror, principalmente se abordam temas sobre espíritos, pessoas acreditam que o ambiente é cercado por energias negativas. O filme de terror A freira também foi apontado como um dos longas que protagonizou terror na vida real.

As filmagens aconteceram em um mosteiro, tendo como cenário real um castelo isolado na Romênia. Artistas, que atuaram na história, cujos nomes são Demián Bichir (Padre Burker) e Taissa Farmiga (Irmã Irene), redigiram informações sobre as experiências assustadoras que viveram durante as gravações.. 

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De acordo com Taissa Farmiga uma das cenas mais impactantes aconteceu do lado exterior no castelo. Ela contou que ficou apavorada por estar sozinha: “Era uma tomada longa, então toda a equipe estava longe. Eu tinha de começar em um pequeno armário e tinha uma lanterna em mãos. Eu estava apavorada porque, provavelmente, por um minuto e meio eu fiquei sozinha. Estava um breu. Esperava por eles gritarem “ação”. Eu pedi para eles enviarem alguém para sentar comigo, pois estava com muito medo”. 

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O filme conta a história de uma jovem freira que cometeu suicídio em um convento na região da Romênia. Afim de solucionar o caso, enviam um padre com passado considerado problemático e uma noviça que estava perto de realizar seus votos finais. Na proporção em que os dois examinam o que aconteceu, eles descobrem informações sigilosas, que colocam a vida deles em risco, e fazem prova da fé religiosa. 

A experiência em gravar cenas assustadores já causam impactado na vida das pessoas. Segundo o elenco do filme citado, foi temeroso atuar em um dos filmes de terror mais aguardados do ano de 2018. Logo, os artistas confessaram que passaram por momentos de susto pois o ambiento criado expõe medo. 

O telespectador costuma realizar questionamentos em torno do filme uma vez que aguardam assistir a um filme que de fato cause medo como esperam de um filme do gênero que tendem a seguir modelos padrões de histórias de terror. Nesse sentido, o diretor tende a criar um ambiente próprio que promova a sensação de ‘susto’. 

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Escrito por Andressa Cavalcante

Bacharel em direito, também possui formação no curso de Análise e desenvolvimento de sistemas, há 3 anos que trabalha como colunista em sites. Trabalha como Gerente de Mídia Social na página Garota Conservadora assim como em Loucos por Armas ambos do Facebook, no Instagram administra os perfis @versosdadireita e @blogconservadora