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Marina Silva faz críticas a Bolsonaro e cutuca pastores mandando recado a eles

A candidata a presidência da república, Marina Silva (REDE) concedeu uma entrevista na última quinta-feira (13) e na ocasião ela falou sobre os motivos que podem ter levado a sua queda nas últimas pesquisas. De acordo com a presidenciável isso faz parte do “jogo” e ela acredita que estará no segundo turno.

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A candidata não tem a maioria dos votos da comunidade evangélica, pois ela sempre se posicionou a favor do plebiscito sobre o aborto, mas em contrapartida ao seu posicionamento, Marina acredita que a liberação da maconha e a legalização do aborto não dever partir apenas de uma decisão dos congressistas, mas sim de todo o povo brasileiro.

Na entrevista ela afirmou que não usa o palanque como púlpito, nem o púlpito como palanque, fazendo menção direta aos poucos eleitores evangélicos dessa comunidade que ela tem, pois ela crê que se usasse o altar para fazer sua campanha ela teria um maior número de eleitores, principalmente da comunidade evangélica.

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Além disso essa frase pode servir diretamente como uma crítica para algumas figuras desse meio, como pastores, que usam de sua influência entre os evangélicos para conquistar votos para os políticos que eles apoiam.

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Depois de conceder essa entrevista Marina fez uma caminhada com seus eleitores pela capital do país, mesmo local que ela também fez críticas ao seu oponente, Jair Bolsonaro, do PSL. “A melhor forma que há de combater a violência e o ódio, é não deixar que eles tomem conta da gente, pois eu estou viajando por todo o Brasil e sendo muito bem recebida”, disse ela relembrando o atentado a faca que o candidato sofreu em Minas Gerais.

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