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Vocalista de famosa banda de rock aceita a Jesus Cristo como seu salvador e vê tudo mudar

Depressão é o termo utilizado para caracterizar um estado de tristeza profunda e duradoura e tem sido amplamente divulgado e discutido devido aos altos índices de pessoas acometidas por todos os sintomas negativos que concentra.  O desânimo, a tristeza, o choro fácil sem motivo aparente ou a perda da vontade de viver, de se alimentar, de dormir, são apenas alguns dos sintomas mais frequentes vivenciados todos os dias por quem foi diagnosticado com depressão ou qualquer outro tipo de condição psiquiátrica de ordem parecida.

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Ninguém está livre de passar por uma dessas doenças, que abalam as estruturas emocionais do ser humano e que podem levar os pacientes a cometerem suicídio quando já não enxergam uma saída positiva e viável para seus problemas pessoais.

Com esse famoso roqueiro e vocalista da banda norte-americana The Smashing Pumpkins, não foi diferente.  
Billy Corgan passou a se abrir com seus fãs sobre as dificuldades que enfrentava ao lutar contra a depressão, comentando ainda a respeito da vontade de cometer suicídio, no auge do desespero para se livrar de suas dores internas.

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Corgan resolveu compartilhar publicamente seu momento atual em relação a depressão e opção religiosa no seu Instagram deixando claro que, apesar de ter sido criado nos moldes católicos, ele se entregou totalmente a Jesus, renunciando ao mundo e aceitando-o como único e suficiente salvador de sua vida. 

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Com relação à sua infância, Billy Corgan comentou “Fui criado como católico e quando você diz isso às pessoas na América moderna, se torna um ‘culpado por associação’. Onde os pecados da Igreja, e eles são vários, tornam-se seus, como cúmplice. No entanto, muitos ficam surpresos ao ouvir que eu rejeitei a Igreja aos 8 anos, e isso não é mentira”.

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 “Agora, eu não sou um teólogo, mas até onde sei, Jesus Cristo nunca falou de formar uma igreja liderada por um papa ungido. No entanto, ele pregou sobre como meditar com os outros, ou com a Mãe Natureza, ajudaria a encontrar a salvação. E assim, aceitei Jesus como meu guia e luz entre as trevas. Se você está procurando por classificação, isso me faz mais gnóstico ou pagão do que cristão. Por que compartilhar tudo isso? Porque forma um certo tipo de lente com a qual posso demonstrar para você como (até agora) sobrevivi às tempestades de insegurança extrema, negatividade armada, impulsos suicidas e o que eu percebo como inimigo (ou contra mim, seja real, fantasma ou aparição). Então, se você puder superar o dogma (vamos chamá-lo de ‘minha religião’) e a minha história (a qual todos temos direito como uma história inteiramente nossa), pode haver algo valioso para você nas ruínas da minha mente”, declarou o cantor com convicção.

Ele continua sua publicação deixando claro para seus seguidores que não deseja vitimar-se, mas expor o quanto se entregar a Jesus está sendo libertador para sua vida, buscando encorajar quem necessita de ajuda: “Não desejo a simpatia de ninguém. Empatia, eu aceito, pois isso é bondade humana (cuidado). Então minha história é como um desenho animado que podemos desacelerar e mover ao contrário. Mas não é mais importante, nem nunca será, do que a sua história. E reivindicar sua própria história é fundamental para essa equação que eu gostaria de apresentar para você ao longo do tempo”.

 

As mensagens continuam chegando àquelas tocadas por esses posts mais reflexivos. Cada um que eu li me faz querer elogiar quem quer que esteja neste Universo por escolher este cantor fanático como instrumento de cura. É realmente tocante. Então, se você está doente, eu oro para que você encontre a paz. Ricos ou pobres, famosos ou escondidos, cada um deles merece o amor de Deus. Pois o homem (no uso bíblico da palavra) é um juiz pobre e mijado”, terminou Billy Corgan.

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