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Vice de Bolsonaro, general ataca ‘ativismo gay’ e gera revolta por declarações polêmicas

O candidato a Presidência da República Jair Bolsonaro teve uma grande baixa para a sequência de sua campanha, isto porque sua candidata preferida para compor sua chapa, advogada Janaina Paschoal, negou o convite para se tornar candidata a vice-presidente. Logo, o candidato teve que recorrer a um "plano B", e nomeou assim o general da reserva, o gaúcho Antonio Hamilton Mourão.

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O General tem-se mostrada bastante polemico após aceitar o convite e já esteve envolvido em vários casos de repercussão nacional, sendo a mais recente a declaração de que tinha herdado a malandragem dos africanos e a indolência dos índios. Tal declaração gerou revolta em boa parte da sociedade brasileira, e entidades como o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), repudiaram a declaração.

Bolsonaro foi questionado sobre a postura de seu vice, e tratou de se ausentar do assunto polemico, respondendo aos jornalistas que estavam presentes do plenário da Câmara, que as atitudes do General tem que ser respondidas pelo menos e que ele (Jair Bolsonaro) respondia pelas suas próprias condutas.

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O fato que preocupa grande parte da sociedade brasileira é a herança que os candidatos tem do regime militar que comandou o Brasil entre 1964 – 1985, época está que para muitos ficou marcada como a pior vivida na historia do pais canarinho. Por outro lado, os candidatos tem uma visão de crescimento e evolução do Brasil durante o regime militar

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Em entrevista ao UOL, o General  Antonio Hamilton Mourão (PRTB), se declarou pronto para a "missão", e se mostrou a disposição de Jair Bolsonaro para qualquer situação que possa ocorrer. Mourão porém deu uma nova declaração polemica e gerou revolta na comunidade LBGT. 

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"O homossexualismo (sic) existe desde que o mundo é mundo, e nunca deixou de existir", comenta o general. "Mas sou contrário a um ativismo gay que queira impor isso como um modo de vida", afirma o general. Tais falas vão de encontro com o que é proposto por sua chapa, que na teoria proibirá a implantação de materiais de origem da comunidade LBGT no ensino escolar nacional. 

 

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