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Vídeo mostra suspeitos de matarem Vitória brigando na prisão e o pior acontece; assista

Um crime de comoção nacional e que deixou a todos chocados com tamanha crueldade foi o ‘Caso Vitória’, da menina dos patins rosa que ficou desaparecida por quase uma semana e foi encontrada sem vida em uma área fechada de mata. O desaparecimento da garota foi divulgado nos principais veículos de comunicação e uma busca pelos culpados foi iniciada pela polícia.

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Na tentativa de prender os culpados pela morte da menina, até mesmo os pais chegaram a ser interrogados por diversas vezes e a mãe foi apontada pela grande massa como ter participação no crime. Com o andar das investigações, enfim, a polícia chegou a três suspeitos: Júlio César Lima Ergesse, Bruno Marcel de Oliveira, e Mayara Borges de Abrantes. Os três estão detidos e essa semana foram transferidos para a Penitenciária de Tremembé, famosa por presidiários conhecidos da mídia.

Antes de serem encaminhados para o novo presídio o trio teve uma briga na prisão que acabou sendo filmada e divulgada pela RecordTV. Na ocasião é possível ver Mayara pedindo para Júlio que conte a verdade: "Pelo amor de Deus, eu te imploro, pelo amor de Deus", diz ela incessantemente. Com desespero notório no vídeo, a suspeita diz não agüentar pagar por algo que não cometeu.

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Desesperada, Mayara insiste que Júlio conte toda a verdade para a polícia e que coloque a mão na consciência sobre o que estaria fazendo, "Você sabe que nós é inocente, né Júlio", insiste a suspeita de participar do crime que resultou na morte da menina Vitória. A presidiária continua insistindo para que o suspeito fale a verdade e chega a apelar dizendo que sempre o tratou como irmão, em resposta, Júlio manteve o mistério; assista:

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Após a discussão, o pior acabou acontecendo, os três foram levados para a Penitenciária de Tremembé, conhecida por abrigar presos conhecidos da grande massa e da mídia, em casos de comoção nacional como Suzane Von Richthofen e Alexandre Nardoni que ficaram conhecidos por crimes bárbaros.

Em entrevista para a RecordTV, a defesa de Bruno e Mayara seguiu insistindo na inocência do casal, a deJúlio César, afirmou que "as provas são extremamente frágeis". O Ministério Público ofereceu a denúncia e pediu a prisão preventiva dos três suspeitos, o caso deve correr pela Vara Criminal de São Roque, onde as testemunhas serão ouvidas e os acusados devem passar por um tribunal de júri.

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