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‘Entreguei minha homossexualidade a Deus’, afirma ex-gay que escapou de tiroteio

No dia 11 de junho de 2016, o norte-americano Luis Javier Ruiz decidiu comemorar o aniversário com os amigos na boate Pulse, em Orlando, na Flórida. No início da madrugada do dia 12, pouco depois de ter chegado ao local, o pior aconteceu.

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O local foi invadido por um terrorista de nome Omar Mateen. Armado e agindo em nome do grupo terrorista Estado Islâmico, Mateen matou 49 pessoas antes de ser morto pela polícia.

Ruiz foi atingido por um tiro de fuzil na perna e pensou que fosse morrer. Neste momento, ele foi ao chão e viu pessoas serem mortas na sua frente. "Enquanto tudo aquilo está acontecendo ao meu redor, eu pensei ‘estou prestes a morrer, estou prestes a ir para o inferno", recorda.

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O jovem estava relembrando o que ouvia na adolescência. Pessoas falavam para ele que ser gay era uma abominação e que os homossexuais estavam condenados ao inferno. A família de Ruiz é evangélica, e ele escondeu a homossexualidade de todos em boa parte da adolescência.

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No dia seguinte ao ataque terrorista, enquanto cuidava do ferimento nas pernas, uma bomba caiu sobre a vida do então homossexual: ele recebeu a notícia de que era HIV positivo.

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"Eu disse: 'sou gay, Deus. É isso que você está me vendo. Mas me leve como eu sou. Eu não sei se vai tirar isso de mim ou não. Já tentei mudar muitas vezes. Eu entreguei a ele minha homossexualidade, meu vício em pornografia, tudo que eu fazia de errado", afirmou Ruiz.

O rapaz afirma que sentiu o Espírito Santo falar ao seu coração e sua vida mudou. "Deus tinha outra coisa para mim. E sou grato porque agora posso compartilhar minha história para o mundo, para que todos saibam que existe um Deus que muda [as pessoas] e as transforma", garante.

"Deus nos chama à pureza, porque a homossexualidade é um pecado. A chave para a transformação real é conhecer a Cristo intimamente e segui-lo", explica. Para Ruiz, a comunidade LGBT precisa de amor e ministração para que saibam que podem ser curados e livres do poder do pecado.

O testemunho do ex-militar – ficou 15 anos nas Forças Armadas dos Estados Unidos – foi dado à Associação Evangelítisca Billy Graham.

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