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Feministas que invadiram campo na final da Copa do Mundo se dão mal e são condenadas

Logo depois que ativistas russos do grupo Pussy Riot invadiram o campo e paralisaram por alguns minutos a final da Copa do Mundo, disputada por França e Croácia, no último domingo (15), muitos internautas comentaram que haveria prisões porque a Rússia adota a prática de tolerância zero.

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Nesta segunda-feira (16), um tribunal de Moscou condenou a invasora Veronika Nikulshina, que entrou no gramado vestindo uniformes falsos da polícia para criticar a dureza das ações dos agentes da lei na Rússia.

A integrante do Pussy Riot foi condenada a 15 dias de prisão. Veronika, que foi uma das quatro pessoas que invadiram o gramado da Arena Lujniki, em Moscou, também está proibida de comparecer a eventos esportivos por três anos.

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No momento da invasão, a Fifa adotou a mesma medida que toma quando há esse tipo de situação em seus eventos, passou a exibir outras imagens. A ideia da entidade é não dar audiência aos invasores.

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Normalmente, estas pessoas querem aparecer para tornarem populares as causas que defendem. Quando as câmeras de transmissão não mostram os detalhes do que acontece, a publicidade que eles acham que teriam não acontece e a ação não alcança total êxito.

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Em relação à Rússia, as leis no país são bem rígidas. Para se ter uma ideia de como as coisas funcionam no país de Vladimir Putin, antes do Mundial, o governo brasileiro orientou homossexuais a se comportarem com moderação nas cidades-sedes. Apesar de tudo isso, alguns brasileiros assediaram russas durante o Mundial e foram duramente criticados aqui no Brasil.

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