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Crimonosos tentaram contratar ‘Lúcifer’ para trabalhar para o PCC

O crime organizado no Brasil parece que fica cada vez mais forte e cruel. Mesmo de dentro dos presídios de segurança máxima, os chefões continuam mandando e desmandando em seus comparsas que cuidam de seus ‘negócios‘ milionários fora das grades.

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De acordo com o portal de notícias online UOL, o serviço de inteligência das forças de segurança conseguiu pegar alguns bilhetes em um presídio localizado no interior de São Paulo, que revelam que o PCC (Primeiro Comando da Capital) pretendia contratar um assassino cruel para liquidar com seus desafetos. O criminoso é conhecido como Lúcifer.

Lúcifer arranca as vísceras de suas vítimas

Lúcifer é conhecido por crimes cruéis e brutais e está detido há quase 20 anos, fundou sua própria facção criminosa, a ‘Cerol Fininho’, conhecida por arrancar as vísceras de suas vítimas e mesmo dentro do sistema carcerário ainda comanda seus aliados que continuam aterrorizando a população.

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O criminoso Marcos Paulo da Silva, ganhou respeito e status no sistema penitenciário paulista por ter uma tatuagem com seu apelido no crime, Lúcifer, isso depois que ele assassinou de maneira barbára, cinco presos em poucos minutos, dizem que ele não contou com a ajuda de ninguém para liquidar com seus desafetos. Tal atrocidade o fez ser temido em todo o sistema carcerário.

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O inimigo do PCC é o traficante conhecido como José Roberto Fernandes Barbosa, mais conhecido como Zé Roberto da Compensa, que é o manda chuva da FDN (Família do Norte), partiu dele a ordem da rebelião no presidio de Manaus, onde 56 detentos foram assassinados no dia primeiro de Janeiro de 2017. Destes mortos, 26 eram integrantes do PCC, o que causou a ira dos chefões do Primeiro Comando da Capital.

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Zé Roberto da Compensa, chefe da facção FDN (Família do Norte).

Posted by Direto da Redação on Monday, July 16, 2018

A FDN e o PCC travam uma disputa sangrenta pelo comando e o tráfico de drogas da chamada “rota dos Solimões”, além de exercer dominio sobre a maioria dos detentos  da região Norte do Brasil. A interceptação do bilhete impediu que Zé Roberto fosse assassinado e fez com que a direção da penitenciária federal em MS redobrasse a vigilância sobre o preso.

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