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São Paulo decide o que vai fazer com Éder Militão no segundo semestre, mesmo de graça

O lateral-direito Éder Militão está na mira de clubes europeus e a sua permanência no São Paulo Futebol Clube foi sempre uma preocupação para os torcedores são-paulinos. Agora, o clube resolveu se pronunciar sobre a venda ou não do jogador.

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Não será nessa janela de transferências, que está acontecendo devido à pausa para a Copa do Mundo na Rússia, que o jogador será vendido. Ele deverá permanecer no clube até o dia 11 de janeiro do ano que vem, que é quando vence o seu contrato. Por isso, Diego Aguirre pode contar com o atleta para a próxima fase do Brasileirão.

O São Paulo até fez tentativas de renovar o seu contrato com Éder Militão, chegando a oferecer um limite de R$ 15 milhões por mais três anos dele no clube, o que iria incluir as luvas. Porém, não houve nenhuma resposta da estafe dele. Sendo assim, a partir de amanhã (1), ele já poderá assinar pré-contrato com qualquer clube – e de graça.

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Mesmo sem ter nenhum retorno financeiro, a diretoria tricolor tem boa previsão com a permanência de Militão, mesmo que não haja retorno em dinheiro, uma vez que o clube não conta com Regis, que está afastado por problemas pessoais, e conta com dificuldades para encontrar outro jogador para a posição.

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Essa notícia é boa para o técnico, uma vez que ele gosta muito do atleta e tem elogiado sempre o seu futebol e todo o seu comprometimento que ele tem, mesmo com futuro indefinido.

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Militão está no São Paulo desde quando chegou na base, com apenas 13 anos. Esse fato assegura ao São Paulo lucrar com as vendas futuras do jogador, graças ao esquema de solidariedade da Fifa, que devolve porcentagens nas negociações para o clube que formou um craque.

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