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Clubes árabes atacam elenco do Flamengo e se tornam vilões na retirada de jogadores

Se antes a janela estava voltada para os destaques do time, nos últimos dias se tornou mais democrática, com reservas e titulares menos valorizados sendo assediados. Neste caso, o vilão é o futebol da Arábia Saudita, que entrou com fome no mercado da bola, levando até mesmo os técnicos Fábio Carille, do Corinthians, e Alberto Valentim, do Botafogo.

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Os laterais Rodinei e Renê, titulares com o técnico Maurício Barbieri, e o volante reserva Jonas receberam proposta dos árabes e podem sair. No caso dos dois primeiros, o Rubro-Negro pediu valores mais altos e as negociações estão em andamento. Já Jonas está praticamente de malas prontas.

O volante Willian Arão tem sondagens de clubes de Portugal e também está nos planos de Internacional e de Santos.

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Principal joia do atual elenco, o meia Lucas Paquetá, que estava na mira do Liverpool, da Inglaterra, passou a ser assediado ainda pela Lazio, da Itália. O Flamengo tenta prorrogar seu contrato e aumentar a multa rescisória, que hoje gira em torno de R$ 200 milhões.

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Fora isso, o clube aguarda uma definição sobre o atacante Paolo Guerrero, que também está com a seleção peruana na Copa. Ele estava suspenso e foi liberado para jogar a Copa do Mundo. Porém, a situação não é definitiva. Se a liberdade para atuar for confirmada, o clube tentará renovar o contrato, que chega ao fim no dia 10 de agosto.

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Por conta do recesso do Campeonato Brasileiro para a disputa da Copa do Mundo, os jogadores do Flamengo foram liberados para um período de folga. A volta ao trabalho acontece apenas em 25 de junho, quando os atletas são aguardados no Ninho do Urubu. O primeiro compromisso oficial após a disputa da Copa será o duelo contra o São Paulo, dia 18 de julho, no Maracanã, no Rio de Janeiro, pelo Brasileirão.

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