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Caso dos irmãos carbonizados: pastora Juliana é acusada e Promotoria Criminal toma providência

O caso dos irmãos carbonizados repercutiu em todo o Brasil chocando os cristãos. O pastor Georgeval Alves foi acusado abusar e assassinar seu filho e seu enteado. Tudo ocorreu enquanto sua esposa, Juliana Salles, estava fora, em uma viagem com o outro filho do casal, em uma missão religiosa no estado de Minas Gerais.

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O pastor Georgeval foi considerado suspeito por atrapalhar as investigações e o delegado que cuida do caso expediu uma prisão preventiva, com suspeita do religioso ter envolvimento no crime. Após as investigações houve a confirmação de que realmente ele era culpado e sua prisão definitiva foi decretada.

Agora o Ministério Público recebeu uma denúncia do Promotoria Criminal que afirma que a pastora Juliana Salles foi negligente, pois ela supostamente sabia que seus filhos corriam risco e mesmo assim os deixou com pastor Alves. 

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Pastora Juliana foi presa, nessa segunda-feira (18), acusada de omissão. O mandado de prisão foi feito na 1° Vara Criminal de Linhares, no Espírito Santo. A mãe das crianças foi presa na cidade de Teófilo Otoni, em Minas Gerais.

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Alves continua preso, sob acusação dos dois homicídios, abuso de vulneráveis, fraude – por ter adulterado as cenas do crime – e tortura. Apesar de Juliana não estar presente no dia do crime, ela vai responder pelo homicídio e abuso dos dois filhos, Kauã Salles de 6 anos e Joaquim Alves de 3 anos de idade.

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Além disso, Juliana também está sendo acusada de fraude processual. Agora todos aguardam novas declarações da polícia sobre mais detalhes do envolvimento da religiosa no crime.

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